Fabiano Piccoli, Fabiano Piccoli, Fabiano Piccoli e Fabiano Piccoli. Algum tempo atrás Fabiano Piccoli escreveu um artigo me respondendo neste espaço. Em seu artigo, Fabiano Piccoli se refere a mim como “jovem estudante de direito”. Jamais fala meu nome, apesar de citar minhas frases e minha ocupação principal. Ao contrário de Fabiano Piccoli eu o cito diversas vezes. Já o citei sete vezes até aqui. O citarei outras vezes mais até o fim do artigo. Você vai se cansar de Fabiano Piccoli.
Vários leitores pediram que eu respondesse o artigo de Fabiano Piccoli. Das muitas respostas possíveis a melhor é continuar a mostrar como Lula esta a serviço da propagação da ignorância pelo Brasil afora. Um dos melhores modos é ler o livro “Viagens com o Presidente”, escrito pelos jornalistas Leonêncio Nossa e Eduardo Scolese. O livro mostra os bastidores das viagens de Lula e sua trupe de companheiros em viagens pelo Brasil e ao exterior. Em uma das melhores partes do livro os autores descrevem um episódio em que nas palavras de Lula “o Chile é uma m... O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se f... por aqui. Eles estão c... para nós.” A repercussão das declarações presidenciais, na época, foi sentida nos jornais do Chile que estamparam em suas capas a opinião do presidente brasileiro sobre o país vizinho.
No meu artigo anterior, “A Política no Gueto”, ataquei os políticos despreparados eleitos e não eleitos. Citei Netinho de Paula e Lula como exemplos. Também afirmei que Lula fazia propaganda de sua ignorância e que promovia uma guerra contra a academia. Fabiano Piccoli, o analista de comércio exterior, em sua resposta a meu artigo, distorcendo o que escrevi. acusou-me de ser preconceituoso com aqueles que não tinham estudo. Também encontrou tempo para falar sobre os méritos do povo brasileiro e de seu “orgulho de ter eleito um presidente que sabe o que é passar fome, que sabe o que é suar o guarda-pó no chão de uma fábrica.” Também perguntou se eu sabia o que era isso. Provavelmente eu não sei o que é isso. O que eu sei é Lula jamais passou fome, ainda mais quando morou de graça na cobertura emprestada pelo seu compadre, Roberto Teixeira. Para quem quiser mais detalhes, recomendo a leitura de outro livro, “Já Vi Esse Filme”, de Luiz Maklouf Carvalho.
Criou-se um mito no Brasil. O mito de que Lula, por sua origem, tem o direito a cometer todas as barbaridades sem que nada lhe seja cobrado. Esse mito é usado por todos os seus defensores, desde os sem estudo até os analistas de comércio exterior. O mito gerou essa onda de impunidade nunca antes vista. Para justificarem seus crimes os petistas se utilizam do argumento de que como todos os outros roubaram eles também podiam fazer o mesmo. Fizeram e fizeram em escala industrial. Depois acenderam a chama do relativismo e conseguiram transformar todos em iguais.
Os petistas também conseguiram induzir no cerne da política nacional, e também na população, a cultura do presente eterno onde o passado é esquecido imediatamente. A exaltação de seus feitos com a simbólica frase “Nunca antes nesse país” é o grito de guerra dessa cultura que demoniza o que aconteceu antes. A partir de 2003 o petismo descobriu o país.
Vários leitores pediram que eu respondesse o artigo de Fabiano Piccoli. Das muitas respostas possíveis a melhor é continuar a mostrar como Lula esta a serviço da propagação da ignorância pelo Brasil afora. Um dos melhores modos é ler o livro “Viagens com o Presidente”, escrito pelos jornalistas Leonêncio Nossa e Eduardo Scolese. O livro mostra os bastidores das viagens de Lula e sua trupe de companheiros em viagens pelo Brasil e ao exterior. Em uma das melhores partes do livro os autores descrevem um episódio em que nas palavras de Lula “o Chile é uma m... O Chile é uma piada. Eles fazem os acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se f... por aqui. Eles estão c... para nós.” A repercussão das declarações presidenciais, na época, foi sentida nos jornais do Chile que estamparam em suas capas a opinião do presidente brasileiro sobre o país vizinho.
No meu artigo anterior, “A Política no Gueto”, ataquei os políticos despreparados eleitos e não eleitos. Citei Netinho de Paula e Lula como exemplos. Também afirmei que Lula fazia propaganda de sua ignorância e que promovia uma guerra contra a academia. Fabiano Piccoli, o analista de comércio exterior, em sua resposta a meu artigo, distorcendo o que escrevi. acusou-me de ser preconceituoso com aqueles que não tinham estudo. Também encontrou tempo para falar sobre os méritos do povo brasileiro e de seu “orgulho de ter eleito um presidente que sabe o que é passar fome, que sabe o que é suar o guarda-pó no chão de uma fábrica.” Também perguntou se eu sabia o que era isso. Provavelmente eu não sei o que é isso. O que eu sei é Lula jamais passou fome, ainda mais quando morou de graça na cobertura emprestada pelo seu compadre, Roberto Teixeira. Para quem quiser mais detalhes, recomendo a leitura de outro livro, “Já Vi Esse Filme”, de Luiz Maklouf Carvalho.
Criou-se um mito no Brasil. O mito de que Lula, por sua origem, tem o direito a cometer todas as barbaridades sem que nada lhe seja cobrado. Esse mito é usado por todos os seus defensores, desde os sem estudo até os analistas de comércio exterior. O mito gerou essa onda de impunidade nunca antes vista. Para justificarem seus crimes os petistas se utilizam do argumento de que como todos os outros roubaram eles também podiam fazer o mesmo. Fizeram e fizeram em escala industrial. Depois acenderam a chama do relativismo e conseguiram transformar todos em iguais.
Os petistas também conseguiram induzir no cerne da política nacional, e também na população, a cultura do presente eterno onde o passado é esquecido imediatamente. A exaltação de seus feitos com a simbólica frase “Nunca antes nesse país” é o grito de guerra dessa cultura que demoniza o que aconteceu antes. A partir de 2003 o petismo descobriu o país.
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